Redmi 3, o aparelho de entrada com cara de intermediario

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A Xiaomi está determinada a revolucionar o mercado de Smartphones de entrada com seu mais novo Redmi. Atualmente os modelos de entrada tem como principal característica um processador intermediário básico, como um Snapdragon 410,além de uma carcaça de plástico e uma bateria na faixa de 2500Mha.

Mas pela primeira vez vemos um modelo tão robusto, tão belo… ele parece pode parecer tudo, menos um modelo de entrada, ele tem todo o corpo em metal com detalhes na parte traseira com mais de mil pontos brilhantes trazendo um efeito de constelação de diamantes, além disso conta com pouco mais de 8 milímetros em seu corpo, realmente muito belo.

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Mas aonde o Redmi 3 brilha mais é nas especificações técnicas, ele tem uma tela HD de 5″, 2GB de Ram,  16 GB de armazenamento interno e um SoC da qualcomm focada na gama Média Snapdragon 616 câmera frontal de 5MP e traseira de 13MP além de uma incrível bateria de 4100Mha e para carregar este mostro, ele conta com um carregamento rápido da Qualcomm, o Quick charge, além  ele conta com slot para cartão de memoria de até 128 GB.

Não é apenas na beleza que ele impressiona, seu conjunto fotográfico é realmente interessante com uma abertura f/2.0 ele mostra que veio para inovar o mercado.

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Somente para comparar, o modelo antecessor  da linha Redmi, o Redmi 2, tem como especificações técnicas um Snapdragon 410, 1GB de RAM, tela HD camera frontal de 2 MP e traseira de 8 MP, e comparando com o atual lançamento podemos ver um enorme esforço em apresentar a nós um produto digno de nosso bolso que realmente vale a pena ser comprado, e além disso podemos ver outras empresas de Smarphones reagirem de forma semelhante e aumentar ainda mais nossas opções.

Esperamos com muito entusiasmo a reação das empresas, pois a três anos atrás vimos a Motorola lançar seu intermediário Moto G e com isso várias empresas começaram a desenvolver aparelhos bons e com um custo beneficio interessante, então se a reação for a mesma que aconteceu em 2014 teremos uma maior acessibilidade ao mundo mobile, e consequentemente mais pessoas conectadas.